sexta-feira, 24 de maio de 2013

Sexo sem cãibras

Em sua visita ao Brasil, o médico norte-americano E. Longh Ettion, Ph.D., lança a tradução de seu best-seller Sex Without Cramps, o Sexo Sem Cãibras, pela editora E-Men.

Hospedado numa pousada em Salvador, Bahia, Doctor E., como é chamado, sente-se confortável em conversar sobre o atrevido tema abordado em seu livro.

Em entrevista exclusiva, comenta a razão de tantas pessoas se identificarem com o assunto e nega o polêmico envolvimento com substâncias alucinógenas, divulgado em Outubro desse ano na controversa e massificada rede social Instabook.

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O Jornal: O sr. parece mais jovem pessoalmente. Escuta isso com frequência?


Doctor E.: De moças bonitas como você, não. [Risos] Mas geralmente as pessoas costumam se impressionar ao descobrir minha idade, principalmente meus alunos. Ao revelar que tenho 73 anos a maioria se espanta, afirmando que pareço ter cerca de 50.

O Jornal: O sr. já afirmou em várias declarações que a prática sexual rejuvenesce. Seria esse o seu segredo para manter-se tão jovial?

Doctor E.: Diariamente, sim.

O Jornal: Em seu livro, o sr. defende  a prática da iniciação sexual retardada e a continuidade da prática como dever diário. Como isso beneficia nossa saúde?

Doctor E.: Protelar a iniciação sexual assegura certa qualidade orgástica e essa é a tese que defendo há 16 anos na University of Massachusetts. Já a prática cotidiana, indico para aqueles que passaram dos 40. Isso contribui para o rejuvenescimento celular, para a ampliação da satisfação e do gozo prolongado. O sexo é uma folia. E ainda ajuda na limpeza intestinal.

O Jornal: E para quem ainda não chegou aos 40?

Doctor E.: Nesses casos, indico o coito às quartas e quintas, regularmente.

O Jornal: Por quê!?

Doctor E.: Porque a nossa verdadeira natureza sexual tem sido deturpada, caluniada e emudecida. Minha ideia é corrigir isso: quartas e quintas são os dias que nosso ciclo celular libera antioxidantes naturais, isso faz que nosso corpo esteja hipersensível ao prazer. Recomendo, ainda, fazer em pé ou vendo TV, para incitar a bravura hormonal, o ímpeto emotivo; O intervalo eleva a libido e a sequência, por sua vez, a organiza. Nesses casos, os praticantes notam a diferença nos primeiros 90 dias. Vira um regabofe só. É um caminhão de prazer.

O Jornal: E onde entram as cãibras nessa história?

Doctor E.: Elas são as arqui-inimigas do regozijo sexual, da elasticidade erótica, do corpulento deleite. As cãibras são contrações no tecido muscular que surgem perante inadequação física. Não adianta comer banana. Durante o sublime ato sexual elas, de maneira desagradável, comprometem não o desempenho apenas, mas a progressão e suas vantagens. Meu livro aponta um novo estilo de comportamento sexual, fruto de minhas pesquisas, que otimiza a atividade ligada a sexualidade. Sem foco na performance, mas no produto entre o formidável contato entre pênis e clítoris, que deve ser, via de regra, magnífico. Cumprir essa metodologia sexual pode atrasar o seu relógio biológico em até 14 anos.

O Jornal: O sr. está afirmando que fazer amor estritamente às quartas e quintas, preferencialmente em pé ou vendo TV, evita cãibras durante o ato sexual?

Doctor E.: Sim.



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