Olheiras. Elas existem. Cedo ou tarde desabrocham na cútis, sob os olhos.
Amparam os mais diversos olhares, dos bastante penalizados aos mais laboriosos.
Seus signos são tantos. Alternam entre momentos desgastantes – muito ruins ou muito alegres. Comumente brotam pela manhã. Enegrecem o olhar ao meio-dia. Alcançam o ápice ao anoitecer.